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EL CORTE INGLÉS

17 de Outubro de 2026 :: 17h :: LISBOA

23 de Outubro de 2026 :: 18h30 :: GAIA

Aula concerto 

Alejandra Gutkin é intérprete, professora e criadora de projetos dedicados à valorização das castanholas enquanto instrumento de concerto. Titulada pelo CID-UNESCO e solista do Coro de Castanholas, desenvolve uma reconhecida atividade artística e pedagógica a nível internacional.

Nesta Aula/Concerto, partilha a sua experiência e aborda o papel das castanholas na música flamenca, apresentando também o trabalho do Coro EFO, projeto pioneiro em Portugal que fundou em 2019 e que reúne atualmente cerca de 35 concertistas, distribuídos por cinco níveis.

Sob a sua direção, o coro apresenta um repertório que cruza música clássica, tradicional e de fusão, seguindo um método de notação inspirado no legado de Emma Maleras. O projeto tem desenvolvido uma intensa atividade artística e contribuído para a valorização e internacionalização das castanholas, com várias estreias em Portugal.

A sessão oferece uma oportunidade para conhecer a história, a técnica e as possibilidades artísticas das castanholas, através da experiência de uma das suas principais divulgadoras em Portugal.

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INSTITUTO CERVANTES :: LISBOA

22 de Outubro de 2026 :: 18h30

Entrada Livre

Os escritores e o flamenco: a luta antifranquista 

No âmbito do XVIII Festival Flamenco Lisboa, o Instituto Cervantes acolhe uma conferência musicada de Tyler Barbour, dedicada ao livro Os escritores e o flamenco. A luta antifranquista (1967–1978), publicado pela Universidade de Cádis.

A sessão aborda o papel do flamenco na resistência cultural ao franquismo e na construção do pensamento democrático, destacando a intervenção de escritores, intelectuais e artistas flamencos. A conferência combina investigação académica, contextualização histórica e interpretação musical ao vivo.

Investigador em literatura espanhola contemporânea e flamencólogo, Tyler Barbour é doutorado em Artes e Humanidades pela Universidade de Cádis e integra o grupo de investigação Estudos de Literatura Espanhola Contemporânea da Junta da Andaluzia. Guitarrista de formação, alia à investigação académica uma experiência prática e aprofundada no flamenco.

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CASA DA MÚSICA :: PORTO

24 de Outubro de 2026 :: 21H

O Poder do Subtil 

Mais do que um concerto, este é um espetáculo de flamenco onde toque, cante e baile se unem num diálogo intenso e emocionante.

Com uma carreira que o coloca entre os grandes nomes da guitarra flamenca, Daniel Casares apresenta O Poder do Subtil, uma proposta profundamente pessoal, inspirada nas suas vivências, na família e nas suas raízes flamencas. Acompanhado por Julián Bedmar (segunda guitarra), Manuel Peralta (cante e palmas), Manuel Montes (baile), Miguel Ortiz “Nene” (cajón) e José M. Posada “Popo” (baixo), interpreta um repertório de grande sensibilidade e autenticidade.

Nesta ocasião muito especial, Cuca Roseta, uma das grandes vozes do fado português, junta-se ao espetáculo como artista convidada. A relação artística entre Cuca Roseta e Daniel Casares tem dado origem a diferentes encontros e projetos musicais conjuntos, como “Rayana”, onde o fado e o flamenco encontram novas formas de diálogo.

Vencedor do Prémio Bordón Minero aos 16 anos, Casares colaborou com artistas como Loreena McKennitt, Dulce Pontes, Toquinho, Chucho Valdés, Cuca Roseta, Nininho Vaz Maia e Cecilia Bartoli, afirmando-se como um dos guitarristas mais relevantes da atualidade.

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CASINO ESTORIL

31 de outubro de 2026 :: 22H

Flamenco Fusión

Flamenco Fusión é um espetáculo que reinventa a tradição da dança espanhola e do flamenco através de uma linguagem artística inovadora, onde a força do movimento se funde com a energia do jazz e a expressividade da música ao vivo. Com um elenco de 9 bailarinos e 5 músicos em palco, a produção transporta o público numa viagem intensa e emocionante, onde a paixão, o ritmo e a elegância se unem numa experiência visual e sonora inesquecível.

Com música de Ara Malikian, José Luis Montón, Roberto Pacheco e Fernando Egozcue, Flamenco Fusión promete uma noite de emoção, virtuosismo e beleza, afirmando-se como uma das mais marcantes produções de flamenco da atualidade.

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CAPITÓLIO

20 de novembro de 2026 :: 21H30

RE(E)VOLUCIÓN

No âmbito do XIX Festival Flamenco Lisboa, Esther Merino apresenta, em estreia absoluta, RE(e)VOLUCIÓN, o seu mais recente espetáculo, inspirado no EP homónimo lançado em 2025. Neste novo projeto, a premiada cantaora cruza a essência do flamenco com uma linguagem contemporânea, explorando novas sonoridades e formas de expressão, sem perder a autenticidade do cante.

Natural de Badajoz, Esther Merino é uma das vozes mais destacadas do flamenco contemporâneo, distinguindo-se pela força interpretativa, rigor técnico e profundo respeito pela tradição. Ao longo da sua carreira conquistou mais de quarenta prémios, entre os quais o Melón de Oro (2017) e a prestigiada Lámpara Minera (2022), o mais importante galardão do Festival Internacional del Cante de las Minas, consagrando-se como uma das grandes referências da sua geração.

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CASA DA MÚSICA

13 de Desembro de 2026 :: 18H30

Bilhetes brevemente

Los Cantes del Marqués

José el Marqués é um violoncelista e compositor que criou uma linguagem própria dentro do Flamenco, sendo pioneiro em transformar o violoncelo num instrumento protagonista da expressão flamenca.

Vencedor do Prémio FILÓN para Melhor Instrumentista Flamenco no LXIII Concurso Internacional del Cante de las Minas (La Unión, Múrcia), fez história ao tornar-se o primeiro violoncelista a receber este prestigiado prémio.

Com mais de 30 anos de carreira, colaborou com figuras como Carmen Linares, Rafael Riqueni, Juan Manuel Cañizares, Jorge Pardo, José Maya e Rafaela Carrasco, levando a sua música a palcos internacionais como o Teatro Real de Madrid, o New York City Center, o Teatro Chaillot de Paris e o Royal Concertgebouw de Amesterdão.

Apresenta “Los Cantes del Marqués”, um espetáculo em que o violoncelo se transforma em voz, canto e alma do Flamenco, a sua Suite flamenca para violoncelo solo, uma criação inédita que coloca o violoncelo no centro absoluto da arte jonda, fundindo compasso, sentimento e uma expressividade singular.

Garrotín, Romance, Petenera, Minera, Nana, Guajira, Farruca, Fandangos, Rondeña e Alegrías desenham o mapa sonoro de Los Cantes del Marqués. Cada revela sensibilidade, criatividade e virtuosismo, consolidando José el Marqués como uma referência incontornável para compreender a nova expressão do flamenco instrumental.

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